Foto: Alex Pantling/Getty Images Acabou 2018 para a seleção brasileira com a vitória por 1 a 0 sobre Camarões: 15 jogos, 13 vitórias, um empate e uma derrota; 29 gols marcados e três sofridos. Números estrondosamente bons, que não abafam o fato de a única derrota, para a Bélgica, ter eliminado a Seleção da Copa do Mundo.
Desde então, Tite trabalha diariamente para cicatrizar as suas feridas e as da equipe, em busca de equilibrar peças conhecidas e novas para começar a renovar sem perder força.
– As oportunidades para jovens jogadores, do Brasil ou de fora, foram o mais importante – respondeu Tite, questionado sobre o saldo do período pós-Copa.
O técnico da seleção brasileira mantém sua ideia de não fazer mudanças profundas no grupo, mas admite que novos nomes conquistaram sua admiração. “Queridinhos”? De jeito nenhum!
– Não usem esse termo, por favor. Eu sou um profissional que procura avaliar virtudes. Queridinha é minha filha, queridinho é meu filho – afirmou.
Veja abaixo um balanço dessa primeira fase do novo ciclo, em que Tite oportunizou, como costuma dizer. A convocação de março já será muito próxima daquela que ele pretende levar à Copa América de junho.
Chegaram chegando
Richarlison é o ícone dessa turma:
Três gols em seis jogos, mesmo tendo sido titular em apenas um;Versatilidade, atuando pela direita, esquerda, e centralizado no ataque;Atitude nos duelos individuais e consciência coletiva.