Foto: Reprodução O amapaense Bruno Sena, 20 anos, segue se destacando no jiu-jitsu profissional. O atleta que faz parte da UCLA, projeto esportivo do mestre Marcos Cunha, conquistou na último sábado (6), em Barueri, São Paulo, a medalha de ouro da categoria adulto, faixa marrom dos galos, no Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu 2023.
Bruno venceu todas as cinco lutas por finalização e se tornou campeão de forma dominante. O resultado positivo rendeu a primeira colocação no ranking nacional da sua categoria.
Agora, Sena se prepara para o mundial International Brazilian Jiu-Jitsu Federation (Ibjjf), nos Estados Unidos, de 1º a 4 de junho. O atleta chegou a ter dúvidas sobre a sua participação na competição, já que teve seu visto negado para entrar no país em março. Mas durante esta semana, Bruno conseguiu a autorização para viajar.
O atleta já coleciona pódios em campeonatos nacionais e internacionais como: três Sul-Brasileiro, um Sul-Americano, sete AJP Tour, dois Jogos Abertos de Santa Catarina, sul-americano da AJP e dois Campeonatos Brasileiros.
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Bruno Sena - Jiu-Jitsu - Amapá — Foto: Focados no Tatame/Rede Social
Bruno Sena nasceu Macapá, capital do Amapá, e começou no jiu-jitsu há sete anos em um projeto social criado pelos mestres Keito Vilhena e Carlos Rosberg. Em busca de mais oportunidades na modalidade, Sena precisou sair da cidade natal e foi para Campinas, em São Paulo, com 17 anos.
Ao se mudar para o sudeste, conseguiu começar a disputar torneios oficiais da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ) e da Abu Dhabi Jiu Jitsu Pro (AJP).
Quando iniciou nas competições destas federações, Sena era faixa azul. Ele era destaque e campeão em alguns dos eventos. Mas, em 2020, com o começo da pandemia, o lutador precisou sair de São Paulo por dificuldades financeiras e voltou para Macapá.
No início de 2021, Sena conheceu, por meio das redes sociais, o projeto social UCLA – sigla que traz as iniciais de união, companheirismo, lealdade e amizade – de Blumenau, do treinador Marcos Cunha. Ele conversou com Cunha, que o aceitou no projeto, e segue morando na cidade até os dias de hoje.